Sonhos não envelhecem
Sempre quis escrever um livro. Não sabia se alguém teria interesse em lê -lo, afinal, quem se interessaria pela vida, dores e paixões de uma pessoa comum? Mas estas palavras são sentimentos em minha vida, são vividas e quem sabe há alguém por aí que se identique, e ao ler veja o quão grandiosa é a vida mesmo não sendo o que idealizamos. Iniciei em março de 2025, desperta por uma necessidade imensa de resgatar em mim, o que a vida adulta e relacionamentos interpessoais me tiraram. Creio que não me retiraram, deixei me nocautear e por muito tempo fiquei no chão, convencida de que era o que eu merecia. Escrevo incansavelmente no meu celular, desculpa que usamos hoje para mostrar que somos requisitados e importantes. Curiosamente, acabei de tomar um café no hotel, e pasmem, não tinha muita gente com este retângulo na mão, inclusive eu. A necessidade em se ter com o que ocupar, me causou uma sensação estranhamente ruim, e voltei encarar o fundo da xícara a cada sorvida no café fu...